Se você queria aprender mais sobre o Budismo, mas procurava por um recurso fácil e autorizado, você está com sorte. A Universidade de Harvard disponibilizou um curso ótimo sobre esta religião, online e gratuitamente!

Enquanto o curso “Buddhism Through Its Scriptures” (Budismo através de suas Escrituras) não é mais interativo e tem sido arquivado, todos os seus materiais e ricas palestras complementares estão disponíveis no momento do registro.

O curso é ministrado pelo Professor Charles Hallisey, da Harvard Divinity School, que também é conhecido como Yehan Numata, conferencista sênior na literatura budista. Seu livro de 2015 destaca poemas das primeiras mulheres budistas.

O curso de iniciação destina-se tanto a novatos quanto a praticantes mais experientes nas práticas e ensinamentos budistas e leituras selecionadas. Arte e atos devocionais também são considerados.

O curso tem uma duração de 4 semanas, pedindo de 6 a 10 horas semanais de sua atenção.

O Professor Hallisey está interessado em apresentar o curso para pessoas de “diferentes backgrounds“, a fim de “interagir de forma construtiva em torno de temas que muitas vezes nos dividem”. Sua filosofia não é dar a “correta” interpretação das escrituras budistas, mas sim manter e promover uma abertura de espírito, permitindo perspectivas diferentes, que os budistas têm, frequentemente, mesmo em seus principais documentos.

Enquanto não um texto central no pensamento budista como a Bíblia ou o Corão, existem escrituras budistas, como o Cânone Pali, os escritos do japonês Zen Mestre Dogen, ou a coleção de temas de meditação Mumonkan que são exploradas por Hallisey.

Ele também mantém uma abordagem de dirigir o curso de budismo desta forma em seu programa:

“Quando nos voltamos às heranças budistas para ajudar a responder a algumas perguntas que trazemos ao estudo das escrituras budistas, podemos nos abrir para a possibilidade de não só aprender sobre o Budismo, mas também aprender com o budismo. Esta abertura para aprendizagem de budistas não é no sentido de dizer que uma interpretação budista é automaticamente a interpretação ‘certa’. Em vez disso, é ver que os próprios budistas têm pensado muitas das mesmas questões que trazemos para escrituras budistas, e muitas das mesmas perguntas que temos sobre nós mesmos, como pessoas e sobre este mundo em que nos encontramos.”

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