Bom, todo mundo conhece aquele ditado: religião, política e futebol não se discute. Sou totalmente favorável a ele. Discutir nem pensar. Se for para tratar desses temas, é bom fugir da lógica aprisionante do a favor ou contra, do aliado ou inimigo. Vamos além, vamos ampliar o panorama e encontrar os caminhos de paz.

Então este post não entra na questão sobre quem está certo em termos de religião. Se evangélicos ou católicos, cristãos ou budistas, religiosos ou ateus. Vamos tatear em busca do mínimo denominador comum em todos nós, ao invés de discutir. Vamos em busca daquilo que todos seríamos capazes de amar, apesar de nossas diferenças.

E acho que podemos começar de um modo bem modesto, que é capturando em cada crença as mensagens que poderiam inspirar todas as outras. Aquilo que há de belo, universal e verdadeiro.

E nos Evangelhos do Novo Testamento há palavras de Jesus que são tão belas, universais e verdadeiras que poderiam inspirar a todos nós. Pois elas falam de nossas vidas individuais e concretas. Aplicam-se a mim e a você. Apesar de já terem dois mil anos, são palavras que apresentam soluções ousadas para os principais problemas da atualidade.

Mais do que atuais, essas palavras são por vezes também radicais. Radicais mesmo para os nossos tempos. Mas não radicalismo político, e sim humano: comprometer-se a viver a vida plenamente e com humildade, como se fossemos luzes destinadas a iluminar todos os seres ao nosso redor.

Palavras, enfim, que todos seríamos capazes de amar.

1) Os bem-aventurados do mundo, como não amá-los?

Os humildes que choram, os mansos, os que anseiam pela justiça, os que têm compaixão, os puros de coração, os pacíficos e os perseguidos por causa da justiça: você é obrigado a admitir que essa é uma lista respeitável (Mateus, 5, 1 a 11).

Bom, na festa de Jesus, eles estariam no camarote. No aeroporto do cristianismo, a área VIP é para eles. Se a riqueza mundana espelhasse o real valor humano de cada pessoa, esses sujeitos teriam cartão de crédito premium e um gerente exclusivo só para tratar da sua conta.

A área VIP é deles.
A área VIP é deles.

Área VIP, riqueza e camarote são, claro, apenas símbolos. Pois na vida real essas pessoas só levam a pior.

É justamente por isso que merecem mesmo nosso reconhecimento. Justo por pessoas assim levarem a pior e continuarem persistindo. Qualquer um que decide ser manso, humilde, ter coração puro e, principalmente, lutar pela justiça ainda quando perseguido, sabe que não vai levar uma vida fácil.

É como aconselhou Kent M. Keith: se você for manso, as pessoas acharão que é fraco – seja manso de qualquer maneira. Se você lutar pela justiça, as pessoas lhe acusarão de motivos escusos – lute pela justiça de qualquer maneira. Se você ajudar alguém que precisa de socorro, você talvez seja atacado por ela ou receba só ingratidão – ajude de qualquer maneira. Se você tentar ser correto, só encontrará obstáculos – seja correto de qualquer maneira.

Essa é mais ou menos a moral dos bem-aventurados, o que faz deles tão merecedores do bilhete premiado de Willy Wonka. Ser realmente íntegro, pacífico, amoroso, piedoso, puro em suas intenções e comprometido com a justiça: não são qualidades que iluminariam o caráter de qualquer um para acima de seus contemporâneos? Não são essas virtudes que nós todos, eu e você, cristãos ou não, deveriamos cultivar em nossas vidas? Não são essas as virtudes que mais faltam a nossa sociedade, independentemente de nossas crenças?

2) Você é a luz do mundo

Jesus disse que somos “a luz do mundo”, e que ninguém acende uma luz para escondê-la dentro de uma caixa, e sim para colocar a luz no alto de uma casa e assim iluminar a todos que ali estão (Mateus, 5, 14 a 16).

Se esse não é o mais perfeito resumo do humanismo, com certeza é ao menos o mais poético.

Cada um de nós é como um sol (ele é luz do mundo). Somos, portanto, estrelas, e cada vida tem seu valor único.

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Deixe sua luz brilhar.

Porém, Jesus disse mais. Ele não usou apenas a metáfora da luz, mas lembrou da estupidez que seria colocar a luz dentro de uma caixa, pois ela deve ser colocada no alto para iluminar. Muitos de nós se amesquinham ao longo do caminho, deixam-se levar pelos caprichos de seu ego, recusam ter maior consciência e lucidez, desperdiçam suas energias na busca de coisas que não importam. Essas são as pessoas que colocam sua luz íntima dentro de uma caixa, para ninguém a ver.

E assim ficam sempre no escuro, embora vivam em plena luz do dia.

Jesus disse isso há mais de dois mil anos, e quantas pessoas do nosso convívio atual estão fazendo isso agora mesmo? Quantos de nós estamos guardando suas luzes dentro de uma caixa, sem desenvolver todo o seu potencial?

O modo como vivemos, a escolhas que fazemos no cotidiano, vão ladrilhando nosso caminho. A cada decisão que tomamos em nossas vidas recebemos uma pequena pedra. E há pedras feitas para construir uma prisão que ocultará nossa individualidade e luz, enquanto outras são feitas para construir uma escada na direção de uma vida elevada. Que tipo de pedra cada um de nós está recebendo por suas escolhas?

Mas Jesus vai mais além. Só tiramos a luz de dentro da caixa quando reconhecemos que a luz foi acesa com uma função. O ser humano existe para exercer uma função, tal como uma lamparina, e só ao exercer essa função ele brilha.

Assim,  a mesma forma que a luz acesa dentro de uma casa foi acesa para iluminar todos que ali habitam, a luz humana foi acesa para que, da altura de nossas realizações, ilumine também todos os outros seres do mundo. Essa é uma metáfora capaz de agradar qualquer ecologista moderno. Na verdade, ela foi uma das inspirações para o jesuita Teilhard de Chardin propor, no século XX, que o objetivo da humanidade era construir uma espécie de consciência coletiva global.

3) Seja radicalmente não violento

Dois mil anos antes de os hippies colocarem flores em baionetas e Gandhi pregar a doutrina da não-violência, Jesus já falava de um pacifismo radical. Era um pacifismo tão extremo que se alguém lhe golpeasse uma face você deveria oferecer a outra (Mateus 5, 38 a 42). Quem hoje em dia faria isso de verdade?

Ainda hoje essa proposta é algo revolucionário. Dificilmente os governantes de qualquer país desejariam que seus soldados adotassem essa filosofia. Mesmo no nosso cotidiano estamos prontos para certo nível de agressividade animal se uma situação a exigir: um assalto, um acidente, uma catástrofe. A agressividade faz parte da nossa vida moderna tanto quanto dos antigos romanos, só que hoje ela é mais envergonhada.

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Já não parece tão a fim de combater.

Mas de onde vem então a coragem para dar a outra face? Da compaixão, responde Jesus, ao falar sobre o amor que podemos ter por todos ao nosso redor, mesmo por aqueles que temos por inimigos (Mateus 5, 43). Ele também assegura que você começará a sentir esse amor se passar a ver os outros com o mesmo olhar de um Deus que faz chover e brilhar o sol sobre todas as suas criaturas, tanto as mais escrotas quanto as mais bacanas (Mateus, cap. 4, 45).

É um amor, portanto, que ultrapassa o seu ego. É um amor que não pertence a você, e sim que possui você. Ele pertence a algo mais elevado que você, a algo que sentimos como divino.

Parece bem difícil, concordo.

Mas Jesus esperava que um dia os seres humanos chegassem lá. A sua pretensão de que sua palavra fosse disseminada não tinha nada de ambição autoral: para ele, um mundo cristão seria um mundo em que todos renunciaram a seus egos e abraçaram um pacifismo radical, que responde violência com amor e que só pode nascer do exercício infinito da compaixão.

Talvez seja impossível colocar em prática esse pacifismo radical aqui e agora. Tememos as agressões e os aproveitadores. Mas se fixarmos esse pacifismo como um horizonte ideal de sociedade, poderíamos caminhar na sua direção aos poucos, sendo mais pacíficos e tolerantes a cada dia. Se assumirmos o compromisso de tentar responder as agressões com nosso amor, quem se beneficiará disso somos muito mais nós do que quem nos agride.

 

4) Seja como os Lírios do Campo 

É difícil entender como uma religião vocacionada à simplicidade da pobreza deu origem a instituições poderosas e a teologia da prosperidade financeira.

Muito mais próximo do ideário hippie do que de templos opulentos, Jesus insistia (Mateus 6, 25 e seguintes) que nós não deveríamos nos preocupar com o que vamos vestir ou comer no futuro. Ele achava que estávamos preocupados demais com nossas vidas, obsessivos demais com nossa autopreservação. “Mas quem de vocês”, ele prevenia, “pode acrescentar um segundo a mais em sua vida”? 

Deveríamos, portanto, ser como os lírios do campo – belos em nossa natureza espontânea – e como as aves – despreocupados com o dia de amanhã. “Não se preocupem com o dia de amanhã”, ele aconselhava, “pois o dia de amanhã terá suas preocupações próprias” (Mat. 6, 34).

TIpo, viver como esses pássaros, de boas.
Tipo, viver como esses pássaros, só de boas.

São Francisco levou isso ao pé da letra. O santo católico tirou toda a roupa e foi viver como os pássaros. Mas talvez não precisemos ser tão extremos.

O importante é que Jesus mandou bem ao falar sobre nossas excessivas preocupações com o futuro, tão obsessivas que nos distraem de viver  plenamente o momento presente. Ele fala da importância de você devotar sua total atenção apenas ao essencial da vida, sem sacrificar isso em nome de uma falsa segurança futura. Pois nada que fizermos garante que acrescentaremos um segundo aos nossos dias vindouros.

Quando perguntaram a Henry Thoreau porque foi morar numa cabana na floresta, ele disse que era para conseguir ficar atento apenas ao que realmente importa na vida. E isso que ele não tinha mensagens pulando no seu smartphone, nem inúmeras abas abertas no navegador! Se para ele foi tão desafiador assim focar-se apenas no que importa, o que diremos de nós?

Não são apenas as inumeráveis distrações modernas que desviam sua atenção daquilo que importa em sua vida. Também os inúmeros deveres do cotidiano atual mantém você ocupado demais para que perceba, no meio de tanto barulho e excesso de informações, aquilo que é essencial, aquilo que jamais pode ser esquecido.

Mesmo que seja ainda arrojada demais a exortação de Jesus, de que fiquemos tão nus quanto Yoko e John na matéria da Roling Stones. Mesmo que seja ainda extrema demais a ideia de pararmos de pensar no que vamos comer amanhã. Ainda assim, sem tiramos a roupa aqui e agora e corrermos para as poucas florestas que existem, não seria saudável nos preocuparmos um pouco menos com o futuro e vivermos mais no presente?

Não seria melhor simplificarmos nossas vidas, minimizarmos nossas necessidades, para dedicarmos nossa atenção e energia àquilo que realmente importa? Nesse caso, deveríamos diminuir \nossas excessivas preocupações com as roupas que vestimos, com a marca do celular em que fazemos selfies, com todos os adereços patrimoniais que enfeitam nossa nudez.


Não é porque todos somos luzes do mundo que somos menos mortais. Todos temos um tempo definido neste mundo, e a forma como o gastamos depende apenas de nossas decisões. O problema da vida moderna é que temos tantas obrigações, contas, compromissos, deveres que consumimos quase todo nosso tempo desperto preocupados com essas coisas, e não com aquilo que realmente importa.

E se não soubermos o que realmente importa? Bem, esse é um sinal do quão severa é nossa situação atual. Não é que não estamos tendo tempo de nos dedicar ao que realmente importa: estamos tão perdidos em distrações e compromissos que esquecemos de descobrir o que é importante antes de morrer.

É algo alarmante, admita. Podemos estar desperdiçando nossas vidas hoje em dia. E nesse caso as palavras de Jesus são um alerta que persiste há dois mil anos.

5) Obedeça sempre a regra de ouro

Há uma regra, chamada Regra de Ouro, que resume toda a essência do cristianismo. Ela é essencial para conhecermos o fundamento de todos os melhores esforços humanos a partir de algum ponto do século 1 A.C.

Da sofisticação de Kant até os princípios morais genéricos da heroína da novela das oito, tudo se inspira nessa Regra de Ouro. As concepções matemáticas mais sofisticadas, como a teoria dos jogos, solucionam problemas como o famoso dilema do prisioneiro chegando essencialmente à Regra de Ouro.

 Para Jesus, essa regra é toda a lei e o espírito de seus profetas (Mateus 7, 12).

Rufem os tambores, pois a regra é:

***

 “Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você.”

*** 

Ninguém poderia resumir toda uma doutrina, toda uma filosofia de vida, de forma tão perfeita quanto essa. Quer saber o que é agir como um cristão? Basta seguir essa regra e ver o que acontece.

Trata-se do primeiro passo da compaixão humana. O processo é simples, lógico e eficaz: em primeiro lugar, exercite a capacidade de se colocar no lugar dos outros; em segundo, faça a operação inversa, a de imaginar o outro em seu lugar; num terceiro e último passo, conduza suas ações conforme o aprendizado que tiver obtido. Se todos nós seguíssemos esse procedimento simples todos os dias de nossas vidas, os resultados seriam muito mais surpreendentes do que conseguimos imaginar no momento.

Colocar-se no lugar de TODOS os seres.
Colocar-se no lugar de TODOS os seres.

Obedecer essa regra estabelece, antes de tudo, uma abertura à outra pessoa, o reconhecimento de que o outro existe tão legitimamente quanto nós existimos. 

Mais ainda, ao obedecer essa regra de Jesus, admitimos que somos essencialmente iguais a qualquer outra pessoa. Todos sofremos e amamos da mesma maneira. Para tratar o outro da forma como gostaríamos que ele nos tratasse, precisamos primeiro reconhecer que ele, se estivesse no nosso lugar, sentiria da mesma forma que nós. O mesmo medo, o mesmo gozo, a mesma agonia, o mesmo júbilo. 

Somos todos humanos metidos na mesma encrenca nesta vida. Fomos todos lançados neste mundo confuso, e estamos aparelhados com os mesmos sentimentos: fome, amor, medo, desejo. E cientes disso, depende apensas de nós tornar nosso convívio aqui neste planeta um inferno ou uma utopia.

 

6) Não julgueis para ser julgado

Cuide de sua vida e pare de cuidar da vida alheia. Essa é mais ou menos a moral quando Jesus recomenda que não julguemos se não quisermos ser julgados (Mat. 7, 1). Uma sociedade em que todos vivem avaliando os gestos, o patrimônio, o jeito de vestir, a orientação sexual e a forma de viver uns dos outros é uma sociedade de gente neurótica e infeliz. 

Antes de corrigir os defeitos dos outros, trate de corrigir todos os seus defeitos. Melhor ainda, diz Jesus, faça mais: antes de corrigir o defeito de alguém, pergunte a si mesmo se não é o seu olhar que está vendo as coisas de um jeito errado, como se um obstáculo atrapalhasse a sua visão (Mat. 7, 5). Talvez o problema seja com você, e não com a outra pessoa.

Não existe conselho mais útil para nossa sociedade do que esse. 

facebook

E não me refiro a habitual fofoca de vizinhos e colegas que falam mal dos outros a uma distância segura. Quase todos nós, na verdade, estamos preocupados demais com o que os outros vão pensar, ao ponto de fazermos as escolhas mais importantes de nossas vida (o emprego que vai ter, a pessoa com quem vai casar, etc) para agradar os critérios de outras pessoas.

Não é por coincidência que as redes sociais mais populares são justo aquelas em que você apresenta às outras pessoas a imagem que escolhe apresentar. São espaços virtuais em que mérito de algo é estabelecido não pelo seu valor intrínseco, mas pelo número de curtidas, compartilhamentos e outras pontuações programadas para simular afeto, apreço.

Além das necessidades físicas como comer, beber e dormir, as grandes empresas do mundo digital estão começando a monetizar também algo que até agora era precioso mas economicamente sub-aproveitado: a autoestima e o desejo de ser aprovado pelo julgamento de todas as pessoas que nos vêem.

Vivemos mais pelos outros do que para nós mesmos. Mas esses outros sequer são as pessoas que amamos: são os desconhecidos, são aquelas pessoas que não se importam conosco e apenas querem etiquetar, por tédio ou frustração, todos ao seu redor.

Além da vocação espiritual para a humildade, as palavras de Jesus sugerem uma vocação para a autenticidade. Seja você mesmo, preocupe-se com sua vida e não fique observando o modo como as outras pessoas conduzem suas próprias vidas. Antes de julgar alguém, remova todos os entraves à sua consciência. Mas se você conseguir fazer isso, não sentirá necessidade de julgar mais ninguém – possivelmente, amará demais as pessoas para ser capaz de fazer isso.

7) Nada de misturar política e religião

Essa é das mais célebres. Quando perguntaram a Jesus se era correto que os judeus pagassem tributos a César, líder de uma nação estrangeira imperialista, Jesus mostrou uma moeda romana e respondeu: “a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. 

Foi uma das grandes bronca de Judas em relação a Jesus (Marcos 14, 1 e seguintes). Acreditava-se que quando nascesse o Messias profetizado no Velho Testamento, ergueria Israel em toda a sua glória, expulsando os invasores romanos. Jesus, porém, não moveu uma palha nesse sentido. Preocupava-se em curar os leprosos, e não em desafiar os poderes estabelecidos. Dedicava-se a multiplicar pães e peixes, e não em alterar sistemas políticos e econômicos.

Essa é de César. Nem tente mudar o sistema tributário em nome do cristianismo.
Essa é de César. Não mude o sistema tributário em nome do cristianismo.

O caminho cristão é naturalmente o da laicidade: política e religião devem permanecer separados, pois são mundos que funcionam em lógicas distintas. O poder político e o poder espiritual não podem se juntar pois é como misturar matemática e poesia – ou a linguagem dos homens com a linguagem dos anjos. 

Há, sim, a pretensão cristã de mudar o mundo, mas não pela esfera política, e sim através da prática da solidariedade e da humildade. A estratégia para isso é dar o exemplo silenciosamente, sem julgar as outras pessoas, com mansidão e sede de justiça. Sem alardear nossos feitos, vivendo uma vida simples, fazendo o compromisso de jamais esquecer aquilo que realmente importa, aos poucos transformaremos o mundo.

O curioso é que Jesus foi bem sucedido em relação ao Império Romano sem jamais ter se envolvido na política. Suas ideias se disseminaram (com talvez alguns ruídos) e, séculos depois, todo o Império Romano foi convertido ao cristianismo. Só vencemos algo quando o substituímos, dizia Nietzsche, e nesse caso a vitória cristã foi avassaladora.

Jesus conquistou o poderoso adversário romano ao travar a batalha em um campo que a política, o combate armado e o dinheiro desconhecem: o da busca por uma razão para todos vivermos.

E nesse campo de batalha, Jesus trouxe a mensagem mais bela, imbatível. Ele disse que somos a luz do mundo. É uma responsabilidade e tanto.


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escrito por:

Victor Lisboa

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